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Este blogue é feito por Amigos para Amigos, porque a Amizade é uma das melhores coisas da vida. Quem vier por bem será bem acolhido. Sejam bem vindos!

Debruado a rugas

por Henrique Antunes Ferreira, em 12.05.16

AVISO AOS INTERESSADOS E ATÉ AOS DESINTERESSADOS:

Este post tem apenas umas pinceladas políticas; não parece bem

ao modesto autor dele que seja muito saudável bater e rebater

questões que vão dos Panama Paper’s (onde o Senhor Ângelo Correia

nunca participou, segundo declaração do Senhor Ângelo Correia)

até aos erros ou os sucessos deste Governo, e a frenétíca presidência

do Senhor Marcelo Rebelo de Sousa

passando pelo fel destilado pelo Senhor Passos Coelho

em cada discurso ou comentário que faz…

 

 

as minhas imagens.jpg

 

Antunes Ferreira

Comparar o velho debruado a rugas com Noé era exemplo de asneira; o homem da arca vivera até aos 950 anos tornado exímio desengarafador de tinto, branco, rosé ou verde. Se o fizermos com Matusalém, o resultado ainda é pior. De acordo com a Bíblia – Antigo Testamento, citado no Génesis 5:21-27 e transcrevendo a Wikipédia, o nosso personagem terá sido avô de Noé e falecido no ano em que começou o Diluvio Universal a coisa é muito diferente pois este personagem bíblico chegou à bonita idade de 969 anos.

 Matusalém, Metusalém ou Metusalah (do hebraico מְתוּשָׁלַח) foi o homem mais longevo que marcou lugar nas páginas sagradas seguidas especialmente pelos judeus. Pois o velho que quando jovem vendia cautelas, anda hoje à roda, o primeiro prémio é de cinco mil contos, num local próprio, na esquina dos Restauradores com a rua Jardim do Regedor onde ficava a antiga sede dos vermelhuscos encarnados, hoje conta as horas, os dias e quiçá os anos, e vê passar os navios em especial os de cruzeiros sentado à sombra do Adamastor no Largo de Santa Catarina.

 

Não é preciso perguntar-lhe quantos anos tem – ele sabe-os bem – pois, tal como as damas subtrai-lhes uma quantidade deles. E a cara sulcada por muitos arados, daí as rugas, informa, muda, que o velho tem muitos anos. E os que passam paulatinamente, reformados a quem o Passos e o Portas tiraram uma fatia das pensões, miram o velho mas não se detêm a fim de apanhar lugar nos bancos de madeira e ferro que são poucos. Nos outros – nem pensar.

 

Um dia vou perguntar-lhe se sabe quem foi o Matusalém e tenho a certeza de que me vai responder que não o conhece mas se calhar é gajo para ter jogado no Oriental. Não se recorda mas tem a certeza que não foi futebolista quando os Grandes incluíam o Belenenses.

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2 comentários

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De Agostinho a 16.05.2016 às 22:22

Gajos como o Noé, aliás, Nãoé, eram bons na aritmética. Imagina o que era andarem a contar e somar novecentos e sessenta e nove anos sem se enganarem com os que vinham de trás... Mas o armador era um egoísta, um xenófobo e sei lá mais quê... Aprendi isso com o nobel Gunter Grass.
A culpa das rugas do ancião retratado na fotografia devem ser atribuídas ao tal senhor da Arca que as deixou como herança a todos os que lhe sucederam. Tu sabes a história, mas, mesmo assim, arrisco contar aquilo que aconteceu à hora do embarque para a viagem diluviana. Consta, o casal de ratazanas a quem coube a sorte grande da sobrevivência se dirigiu ao balcão da gare fluvial ou marítima, tanto faz, para fazer o check in e que o tal senhor Nãoé tinha dado a seguinte ordem: na minha arca rato passageiro não é!
Daí que os animaizinhos não tiveram outro remédio senão lavrar, lavrar, lavrar, galerias, túneis e regos para se safarem, de tal modo, que até deixaram o velho ainda mais velho com bué de rugas.

Acho que regressaste com veia.
Agora conta a da maçã do Ah Dão? se é de borla como...
Grande abraço ao Leão(zão) e esposa.
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De Henrique Antunes Ferreira a 17.05.2016 às 18:08

Agostinhamigo

A tua sapiência bíblica deixa-me de boca aberto (e é melhor fechada antes que entre um rinoceronte de Dürer). Náoé todos os dias que me (de)paro com tamanha colt, oops, cultura sobre o Velho Testamento.

Sempre tinha ouvido dizer que os bilhetes de ingresso na arca continham a identificação aos portadores, número da cabina ou beliche para os mais pobrezinhos, tadinhos, os mais desvalidos pela sorte para utilizar uma linguagem politicamente correcta.

Em momentos grávidos como esse do Dilúvio Universal (mau, o queria escrever atrás era graves, desculpa) só com uma organização esmerada fruto de um planeamento excelso. Mas, "hellas" o novecentecinquentão mão tinha quem se ocupasse de tão difícil tarefa embora essencial.

Os filhos eram uns gabirus que - diz o Género 23.098.7:999-578 e há que acreditar nele. Dedicavam-se primordialmente à candonga com bilhetes falsos como Ju... esse não pois pertencia ao elenco do Novo Testamento e enforcou-se numa figueira de passas.

Seja como for eram uns pulhas do mais elevado quilate e não venderam um ingresso, mesmo falso ao casal de ratazanas que, no entanto conseguiram entrar na política, digo na arca. Pormenorizando daquela à protohistóriaportuguesa.

Por isso as rugas e a pulhítica nacional. E encerrada a resposta que vai assinada por mim e pelo escrivão do auto, remela~se o mesmo ao Gil Vicente.

Qjs & abçs

Leãozão sem parênteses

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