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Mensagem de Boas Vindas

Este blogue é feito por Amigos para Amigos, porque a Amizade é uma das melhores coisas da vida. Quem vier por bem será bem acolhido. Sejam bem vindos!

por Henrique Antunes Ferreira, em 02.12.15

Cartazes Eleitorais 

 

 

 

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 Isto do “devia fazer-se” parece ter os dias contados. Entre um milhão de coisas e de situações, aqui refiro-me aos cartazes eleitorais. Os cidadãos parece já estarem habituados a que eles permaneçam, impávidos e serenos espalhados pelas artérias em grandes painéis pintados pelas paredes, afixados nos candeeiros municipais, etc. Se bem se recordam, a CML criou em tempos uns placards onde devia fazer, pelo menos, as colagens. Foi chão que deu uvas.

 

A publicidade política em tempo de eleições ou mesmo antecedendo as campanhas eleitorais é compreensível, natural. Como todos sabem tais procedimentos também fazem parte da Liberdade e da Democracia. Abro aqui uma parentética: algumas ou alguns concorrentes não deviam exibir-se: as fotos delas fazem recordar as madamas das casas de meninas; os outros parecem ser os que vêem nos alertas da polícia: PROCURA-SE VIVO OU MORTO. É PERIGOSO E ESTÁ ARMADO…

 

Tenho um sujeito condómino do “meu” prédio que não anda muito longe (obviamente em termos faciais) do homo erectus ou dum

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jihadistas – dos que destruíram Palmyra, dos que atacaram o Charlie Hebdo, dos que perpetraram os ataques de Paris e outros mais crimes horrendos. À noite, quando regresso a casa rogo a quem quer que seja que não o encontre ao virar da esquina. Os ataques cardíacos estão cada vez mais em moda e com o meu peso (para além dos exercícios no ginásio pump) não posso correr a maratona, muito menos os cem metros.

 

Pois o cidadão concorreu a não sei em que lugar e posição pelo partido XPTBNZ (rigorosamente apartidário!) e apareceu, garboso e galhardo numa revoada de cartazes das mais diversas dimensões. E embora os homens da publicidade tivessem retocado a fotografia do sujeito, conseguiu ficar pior do que a Manuela Moura Guedes depois de ter feito a primeira plástica. Um desaforo; quem quisesse votar nele devia dirigir-me à Multiópticas onde pelo preço de uns óculos leva três.

 

Retomo o tema dos cartazes eleitorais: são os respectivos partidos que os devem retirar atempadamente e livrar o ambiente de tamanha poluição. Se o não fizessem haveria uma coima municipal: passar um ano com o meu condómino…      

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